A CD Projekt Red reafirmou seus planos de lançar a aguardada nova trilogia de The Witcher dentro de um período extremamente ambicioso. Durante uma recente teleconferência com investidores, a empresa polonesa manteve o cronograma que prevê o lançamento dos três novos títulos – informalmente chamados de “Witcher 4, 5 e 6” – em um intervalo de seis anos.
Michal Nowakowski, co-CEO da CDPR, confirmou que o desenvolvimento da nova saga continua seguindo conforme o planejado. “Nosso objetivo é lançar os três jogos da nova saga de The Witcher em um período de seis anos, contados a partir do lançamento de Polaris”, declarou o executivo, referindo-se ao codinome do primeiro jogo da nova trilogia.
O projeto Polaris, que efetivamente será o quarto jogo principal da série The Witcher, continua em pleno desenvolvimento. A empresa revelou que mais de 400 desenvolvedores já estão trabalhando no título, e esse número deve continuar crescendo nos próximos meses.
Vale lembrar que a CD Projekt Red anunciou oficialmente essa nova trilogia em outubro de 2022, quando apresentou seus planos de longo prazo para as franquias The Witcher e Cyberpunk. Na época, a empresa já havia mencionado a intenção de lançar os três jogos em um período relativamente curto.
Embora a CD Projekt não tenha divulgado uma data específica para o lançamento de Polaris, as estimativas apontam para 2025 ou 2026. Se esses prazos forem cumpridos e o plano de seis anos se concretizar, poderíamos ver o último jogo da trilogia chegando ao mercado por volta de 2031.
Este cronograma representa uma mudança significativa na estratégia de desenvolvimento da empresa. O intervalo entre The Witcher 2 (2011) e The Witcher 3 (2015) foi de quatro anos. Já entre The Witcher 3 e Cyberpunk 2077 (2020), o tempo de espera chegou a cinco anos – e isso com resultados controversos, já que Cyberpunk foi lançado com inúmeros problemas técnicos.
A CD Projekt parece estar determinada a não repetir os erros do passado. A empresa tem investido em novas tecnologias, como o Unreal Engine 5 para o desenvolvimento de Polaris, abandonando seu motor gráfico proprietário REDengine. Além disso, a expansão das equipes de desenvolvimento sugere uma abordagem mais estruturada para cumprir os prazos estabelecidos.
Os fãs da saga do bruxo Geralt têm motivos para otimismo, embora a ambição do projeto também levante preocupações sobre possíveis compromissos na qualidade para atender aos prazos apertados.







